Parceiros

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Innovatur conta com quatro parceiros com um objetivo comum: proporcionar inovação aos seus espaços turísticos degradados.

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À frente do projeto, está o, Cabildo Insular de Tenerife, uma instituição fundada em 1913 que representa uma figura-chave da Administração Pública insular. O Cabildo de Tenerife é responsável pelo desenvolvimento económico e social da Ilha.

Juntamente com o Cabildo de Tenerife, a Sociedad de Promoción Exterior de Tenerife (SPET Turismo de Tenerife) é mais um dos parceiros de Innovatur. Trata-se de uma entidade encarregue da promoção da Ilha através de uma cooperação realizada com os diferentes interlocutores do setor turístico.

Tenerife posiciona-se como o principal destino de referência, com mais de cinco milhões de turistas recebidos em 2016. Embora no passado a Ilha tenha sido um ponto obrigatório para exploradores, botânicos e geólogos, os primeiros passos de Tenerife no turismo remontam às duas últimas décadas do século XIX. O seu clima quente e a temperatura amena do Atlântico atraíram então milhares de pessoas que vinham da Europa para aliviar as suas doenças respiratórias. Foi assim que, em 1886, foi fundado o Porto de la Cruz, a Compañia de Hoteles e o Sanatório del Valle de La Orotava, que logo se tornou na primeira oferta hoteleira das Canárias. O seu sucesso e crescimento adivinhavam já então o futuro turístico do Arquipélago, que no caso da população de Los Cristanos chegaria a partir da segunda metade do século XX com um turismo atraído pelas mesmas motivações terapêuticas.

A Câmara de Comércio e Indústria da Madeira também faz parte de Innovatur. Fundada em 1836 com o objetivo de potenciar a atividade económica da região autónoma, atualmente a ACIF-CCIM continua o seu trabalho de promoção da Ilha, uma tarefa na qual o turismo ocupa uma posição central.

A sua natureza exuberante e o seu clima temperado continuam a atrair visitantes às costas madeirenses desde o século XVII. No início, não era mais do que uma paragem técnica dos grandes cruzeiros transatlânticos que se detinham na ilha para reabastecer carvão, mas as excursões que se realizavam nesta pausa da viagem começaram logo a ser uma atração nos itinerários. Isto fez com que em 1894, William Reid, que chegara à ilha a partir da sua Escócia natal por recomendação médica dada a sua saúde frágil, se decidisse a abrir o primeiro hotel da Madeira, que foi seguido por um grande número de alojamentos que viram aumentar a sua procura após a inauguração do aeroporto em 1963.

Em representação da ilha Terceira neste projeto, figura a Câmara de Comércio de Angra do Heroísmo, fundada em 1852 e que deve o seu nome por Angra do Heroísmo ser a capital desta ilha dos Açores. Tendo como objetivo, entre outras questões, o aproveitamento dos recursos disponíveis para promover iniciativas relevantes, o turismo ocupa um lugar próprio através da Comissão de Promoção e Dinamização turística.

Também conhecida como a Ilha violeta pela enorme quantidade de hortênsias desta cor que contém, a Terceira deve o seu nome por ser a terceira ilha do arquipélago dos Açores descoberta no século XV pelos portugueses. Duzentos anos mais tarde, torna-se um ponto de passagem para exploradores e corsários. Os primeiros paravam na ilha como ponto obrigatório na rota das Índias, e os segundos chegavam a ela atraídos como um íman pelos metais e riquezas que transportavam nos seus galeões com destino ao Novo Mundo. Este espírito intrépido e aventureiro continua presente na Ilha para os amantes do turismo ativo, com espaços vulcânicos espetaculares e com embarcações que permitem o avistamento de baleias a partir do considerado santuário das espécies marinhas, que atravessam as suas águas durante as migrações rumo a outras latitudes.